
Segundo a pasta, com o novo envio, o Brasil já soma 6,3 milhões de doses distribuídas em 2026, garantindo estoque suficiente em todo o país. As vacinas ofertadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) são atualizadas contra as cepas em circulação e seguem recomendadas principalmente para os grupos mais vulneráveis.
A vacinação segue sendo a principal forma de prevenir casos graves, internações e mortes pela doença, e deve ser priorizada pelos seguintes públicos:
• Idosos (60 anos ou mais): duas doses com intervalo de 6 meses
• Gestantes: uma dose a cada gestação
• Crianças (6 meses a menores de 5 anos): esquema com duas ou três doses
• Pessoas imunocomprometidas: esquema com três doses e reforços periódicos
• População geral (5 a 59 anos): uma dose para não vacinados
A estratégia também contempla trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência, povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outros grupos prioritários.
A orientação é que a população procure uma unidade de saúde para verificar a situação vacinal e manter a imunização em dia.
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