Educação

Cursos de medicina no Maranhão: uma triste consequência de anos de precarização da educação nacional

As notas baixas do Enamed apontam para a falta de qualidade no ensino dos cursos de medicina no estado, assim como nos demais cursos do país, ilustrando uma triste realidade que assola a educação nacional.

O Brasil continua sendo o berço esplêndido de situações vexatórias que estampam uma amarga e triste realidade de nossa educação, desde o ensino básico até, e sobretudo, superior em todo o país. Isto configura que soluções para reverter um quadro tão caótico é urgente, mas pelo visto nossos gestores públicos ainda não despertaram para o drama educacional brasileiro. Talvez por ser preferível usar esta realidade como tópico nos discursos políticos, já que o tema mexe intensamente com a população e que nutre uma esperança por dias melhores no ensino e aprendizagem para seus filhos e netos. Porém, a coisa parece estar longe de se resolver.

Divulgado nesta semana, quatro dos oito cursos de medicina do Maranhão receberam nota ruim, ou desempenho considerado insatisfatório, no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os quatro cursos obtiveram nota 2, o que os coloca na lista de desempenho insatisfatório, tornando-os passíveis de punições pelo Ministério da Educação. Este exame é aplicado anualmente para medir o desempenho dos estudantes e a qualidade da formação dos médicos no país. Cerca de 351 cursos foram analisados, onde 30% deles foram classificados com desempenho insatisfatório. As punições previstas estão vão desde a redução ou suspensão de vagas até o bloqueio do acesso ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e também a outros programas federais de apoio ao ensino superior. As universidades contempladas com tão ignóbil desempenho foram: Afya Faculdade de Ciências Médicas de Santa Inês (Santa Inês), Universidade CEUMA – Uniceuma (São Luís), Universidade CEUMA Uniceuma (Imperatriz) e Universidade Federal do Maranhão – UFMA (Pinheiro).

Infelizmente este resultado não é surpresa, pois justamente os governos do PT nunca deram a responsável importância para a educação do país, priorizando a quantidade de alunos ao invés da qualidade do ensino. Incentivaram a criação desenfreada de faculdades privadas em favor de uma propaganda ideológica falsa de “Pátria educadora”. Foram nestes governos onde mais se gastou com investimentos no ensino superior, mas em contrapartida constatamos um ambiente universitário viciado e beligerante corrompido pela canastrice militante esquerdista. A aprendizagem perdeu seu lugar de excelência para imbecilidades de todos os tipos. Recentemente foi postado um vídeo em que estudantes aparecem fazendo uma competição de “quem bola melhor o baseado”, ou seja, quem enrola melhor o cigarro de maconha. O vídeo informa que o tal episódio aconteceu na USP (Universidade de São Paulo-SP), apelidado de maior laboratório de formação de militantes esquerdistas do país.

Parece que uma situação desta magnitude não causa espanto aos docentes desta universidade ou de outra universidade pública, e segue sendo normalizada como “cultura universitária”. Há muita outras peraltices que ornamentam nosso ambiente universitário nacional. Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) uma pessoa chamada Lumen Lohn Freitas, que se identifica como mulher trans, ex-major da Reserva da Polícia Militar, foi candidato a vereador pelo PT em, que foi aprovado para o curso de medicina na mesma UFSC por meio do vestibular para vagas suplementares (que na prática consiste em cotas para pessoas trans). Diferente dos seus concorrentes, Lumen teve que responder somente 30 perguntas (de português e conhecimentos gerais) e fazer uma redação sobre um tema notoriamente ideológico (sobre ansiedade climática). Apesar disso sua nota foi de 30, menos a metade da nota de corte necessários para adentrar no curso de medicina que é de 90. Ou seja, foi beneficiada pelo status quo político-ideológico que parasita nossas universidades.

Eis a realidade de nosso ensino superior: estar nos piores lugares nos índices internacionais de educação, a formação de mais de 50% de analfabetos funcionais, graduandos com extrema dificuldade em ler e interpretar textos simples, vilipêndio e depredação de patrimônio público, vista grossa para o uso desenfreado de drogas em ambiente universitário e o sucateamento do ensino do país em nome da formação de sua casta de militantes que vai compor o exército do lúpen proletariado tropical que vai promover a insurreição bolchevique no país.

Enquanto não encararmos o fato de que nossa educação é caótica e comecemos verdadeiramente a mudar esta realidade seguiremos como notas de rodapé e colônia das mentes brilhantes da intelectualidade mundial que faz história no desenvolvimento tecnológico e científico da humanidade.

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