Aliados tentam livrar Lula de escândalo do Banco Master e culpar Bolsonaro… pra variar!
Assim como no Mensalão, Petrolão e demais crimes contra os cofres públicos do PT, aliados do governo usam todos os artifícios para blindar Lula de mais uma corrupção de seu governo

O escândalo do Banco Master continua rendendo muito frutos podres a cada desenrolar das investigações, as quais parecem que estão com os dias contatos se depender do ministro Dias Toffoli. A crise envolvendo do banco, liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, sobre irregularidades financeiras desnuda um mar de lama em que o governo Lula está imerso, ainda mais com a descoberta de que a Biomm, empresa de biotecnologia que Vorcaro é acionista por meio de fundo de investimento, celebrou contratos com o Ministério da Saúde em 2025 que somam R$ 303,65 milhões para fornecimento de insulinas ao SUS.
Apesar das inúmeras tentativas mirabolantes e cheias de devaneios ideológicos, é fato que o presidente Lula teve pelo menos 4 encontros fora da agenda oficial do Planalto com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo o que foi divulgado pelo portal Metrópoles e pelo colunista Lauro Jardim, o encontro foi em dezembro de 2024, com participação de Gabriel Galípolo (então indicado à presidência do Banco Central) e foi articulada por Guido Mantega (ex-ministro da Fazenda de Dilma Rousseff) que pediu ao chefe do gabinete pessoal do presidente da República, Marco Aurelio Santana Ribeiro.
Na reunião Vorcaro fez reclamações sobre a concentração do mercado bancário brasileiro e de suas consequências negativas para o Banco Master. Não se sabe o porquê deste encontro não ter sido divulgado na agenda oficial do governo, o que deixa algo de ilegal no ar. Outro ponto divulgado por Lauro Jardim e que chama muito a atenção é que Jaques Wagner (líder do governo Lula no Senado) pediu emprego no Banco Master para Guido Mantega com salário era de R$ 1 milhão. Mantega teve seu nome indicado para ser membro do Conselho da Vale, mas foi rejeitado pelo mercado. O Banco Master contratou Guido Mantega. Outro personagem que surge em cena é ex-presidente Michel Temer, que afirmou em entrevista ter sido chamado para fazer uma mediação nas negociações entre o BRB e o Banco Master.
Diante de tudo isso, a matilha organizada esquerdista já saiu em bloco para proteger Lula e, como esperado, vociferar as falsificações forjadas conscientemente para culpar Bolsonaro e toda a Direita. Não precisa ter encadeamento lógico ou sentido cronológico, basta apenas usar como arma para confundir a opinião pública e alimentar a massa bovina-militante com mais imbecilidades. O fato é que quando antigas articulações vêm à tona e então tudo explode, conclui-se que a política real não está nos noticiários, mas nas entrelinhas ou nas camadas mais profundas onde a decência, moral, virtude e ética são sublimados pelo que há de mais asqueroso e sórdido da natureza humana.



