Brasil

Artistas defendem atrocidades contra a democracia… em nome da democracia marxista

Uma casta da classe artística instrumentaliza a cultura para fazer militância em favor da Esquerda, falsificando a realidade vivida pelos brasileiros em nome de um proselitismo político perverso.

Durante muito tempo a cultura era vista, de modo geral, como uma espécie de trabalho “light”, tipo um hobby remunerado de alguns predestinados com talentos formidáveis. Porém, a evolução histórica da humanidade produziu uma nova dinâmica política que passou a utilizar o vetor artístico como qualificador da imagem representativa das pessoas e países, ilustrando em especial as conquistas dos reis e exaltando a vida de civilizações tidas como modelos de sociedade bem sucedida.

No entanto, com o advento do gramscismo no mundo, que remodelou o conceito marxista de estrutura e superestrutura, a cultura deixou de ser apenas a materialização do talento artístico de uma civilização, e passou a ser instrumentalizada como estratégia política ideológica para a insurreição comunista. Esta nova acepção de cultura ganhou força e desde então seu objeto de existência ganhou novos entendimentos e novas conceitualizações adequadas ao gosto “do cliente”. Neste sentido, pelo menos nos últimos 30 anos, a cultura ganhou um status de “formadora de opinião”, pois a classe artística foi contaminada pelo gramscismo de forma tão brutal que os novos ícones da cultura moderna esqueceram o belo da arte para serem os feios do debate público, ainda que entendam bulhufas do assunto. Se outorgam os novos “ensaístas” da pós-modernidade, ou pensadores do fim do mundo, capazes de influenciar as discussões e decisões geopolíticas mundiais. Isto não só é absurdo, mas demasiadamente burro e perigoso, pois alimenta a ideia de que talento artístico é igual a administração governamental. Mas é essa ideia que produziu uma gama de fisiológicos no setor cultural no Brasil e no mundo que emporcalha assuntos sérios da ordem do dia com histrionismos delirantes típicos de um rebelde sem causa.

No Brasil a nossa cultura segue contaminada com a mendicância artística de uma casta militante comuno socialista que aplaude qualquer desgraça em troca de ração governamental. Por exemplo, a cantora maranhense Alcione chegou a dedicar um show seu para o ministro do STF Alexandre de Moraes em agradecimento por suas ações contra a Direita (em especial contra Bolsonaro). Assim como ela, vários artistas externalizam total apoio aos arbítrios supremos que provocaram o caos institucional que vivenciamos atualmente porque os alvos são a Direita Conservadora e os bolsonaristas. Os artistas vão desde os velhos conhecidos aos sobreviventes do ostracismo cultural, como Daniela Mercury, Fernanda Torres, Anitta, Caetano Veloso, Bela Gil, Maria Gadú, Emicida, Criolo, Nando Reis, Malu Mader, Alessandra Negrini, Lázaro Ramos, Letícia Sabatella, Bruno Gagliasso, Chico Buarque, Débora Bloch, Marina Lima, Otto e recentemente o lacaio do Wagner Moura, que teve a cretinice de vomitar seus fisiologismos esquerdistas no Globo de Ouro para ficar bem com seu ídolo “Lule”, assim como tantos outros carniceiros que fazem parte da cultura brasileira.

Vale lembrar: quando Alexandre de Moraes foi nomeado para a Suprema Corte, muitos destes mesmos parasitas da Lei Rouanet protestaram veementemente contra sua nomeação. Claro, pois a época Moraes era mais um filhote do Temer, tido como inimigo do papai Lule e cia. Agora, o inimigo é Bolsonaro e a Direita. Então todas as imposturas, arbítrios judiciais e atuação política inconstitucional do ministro Moraes é útil para “vencer”. Não importam as consequências já em curso!

Muitos pensadores trabalhavam a ideia de que a cultura é um necessário vetor de desenvolvimento não apenas artístico, mas sobretudo individual e intelectual para as pessoas, onde a consequência seria uma sociedade mais vívida, rica em valorar o belo em todos os seus aspectos existentes nas diversas searas da sociedade (como justiça, deveres e liberdade). Mas o que temos hoje é a declaração de nossa falência cultural, que nos obriga testemunhar uma postura vigarista, pérfida e peçonhenta desta abjeta casta artística nacional que aplaude o caos institucional do país em nome de um direito “de ser quem quiser e viver como quiser”, desrespeitando a liberdade do outro, enquanto continuam mamando nas tetas estatais via leis de incentivo.

Isto ilustra que a cultura brasileira segue definhando a cada dia, pois se depender dos representantes que temos chegaremos ao abismo completo de normalizar as coisas mais grotescas e repugnantes (como tomar café da manhã com fezes humanas ou enfeitar-se com sangue de menstruação, não é feministas?) como se fossem manifestações artísticas legítimas dignas de aplausos.

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