O tribunal ideológico que impõe a injustiça contra os homens e alimenta o ódio revanchista na sociedade
O número de homens mortos pelas suas companheiras por violência doméstica é alarmante, o que revela uma verdade historicamente ocultada e uma Justiça contaminada pelo ideário feminista

Na última sexta-feira (23) o Tribunal de Justiça do Paraná absolveu a mulher que esfaqueou friamente seu ex-companheiro durante uma briga na cidade de Londrinha-PR. O fato foi todo filmado por uma testemunha e circula até hoje na internet onde é possível comprovar que Tais Matias Teixeira, de 27 anos estava descontrolada e agressiva contra Vinícius Lourenço Vieira, de 25 anos. Nas imagens é nítido as agressões, ameaças, coação e humilhações impetradas por Taís contra a vítima, a ponto de até ligar para a Polícia fazendo uma falsa comunicação de crime contra o ex-namorado e se fazendo de vítima.
A vítima, Vinícius Lourenço, não reage. Taís segue provocando e agredindo o rapaz insistentemente. Ele segue sem reagir. Daí ela com uma faca em mãos continua ameaçando e, no impulso, Vinícius tenta tirar o celular da mão dela para impedir que uma mentira fosse registrada na delegacia pela acusada. Então Taís desfere uma facada no meio do peito de Vinícius (que cambaleia e morre). Tudo isso foi devidamente filmado.
Pois bem, eis que desembargadores da 1ª Câmara Criminal analisaram o caso e chegaram a surpreendente (e assustadora) conclusão de que a jovem agiu em… legítima defesa. Não é brincadeira. É sério!
Segundo os desembargadores a jovem agiu para se proteger de uma agressão do ex-namorado. Desembargador destacou histórico de violência doméstica vivido pela mulher, desprezando totalmente a atitude reveladora da acusada (mostrada em vídeo) em propositalmente ligar para a Polícia para fazer uma falsa comunicação de violência (o que sinaliza que o histórico alegado pode muito bem ter sido todo um conjunto de denunciação caluniosa). Deixaram livre e impune uma assassina que estava cometendo uma falsa comunicação de crime ceifou a vida um homem jovem friamente. Agora vem a pergunta: e se fosse o contrário? Um homem que tivesse dado uma facada em uma mulher, com filmagem comprovando todo o ocorrido? Certamente seria condenado e enjaulado por anos, e nem ia adiantar apresentar um histórico de violência doméstica sofrido por ele. Seria acusado de feminicídio. Pegaria uma pena mínima de uns 20 anos e jamais se aceitaria uma alegação de legitima defesa para este homem. Era cana certa!
O que mais choca é que esta bizarra decisão judicial faz parte de uma série gigantesca de casos no Brasil tratados como “exceção”, mas que tornaram-se muito mais comuns do que se imagina. Até quando serão aceitos como “justiça” decisões tão ignóbeis como esta do Tribunal de Justiça do Paraná que parecem ter sido baseadas apenas em ideários ideológicos? Em Goiás uma mulher foi presa após atear fogo no próprio marido e tudo foi gravado por ele. A vítima foi internada com queimaduras de 2º e 3º, a mulher foi presa em flagrante, porém foi liberada após audiência de custódia. O pior é que a acusada disse em seu depoimento que só quis assustar o marido. Outro caso em Nova Crixás-GO foi de uma mulher que para se vingar do marido pôs fogo no carro dele, mas o carro explodiu e acabou matando a filha de dois anos de uma vizinha que estava próximo do veículo. E o que aconteceu com essa mulher? NADA! Após ocorrido pediu desculpa e falou que estava bêbada. O caso está ainda sob investigação das autoridades policiais e a acusada… segue livre.
A consequência de decisões deste tipo será os homens buscarem não mais ter relação séria com as mulheres, preferindo a vida de solteiro para encontrar salvação. Por isso não é surpresa o aumento vertiginoso dos tais movimentos MGTOW (Men Going Their Own Way — Homens Seguindo Seu Próprio Caminho) e Red Pill que focam no incentivo da autossuficiência, o distanciamento e separatismo masculino, de maneira que os homens evitem casamentos e relacionamentos sérios com mulheres. É compreensível esta resposta masculina, uma vez que nossa sociedade atual está contaminada pelo ideário macabro do feminismo.
Como se já não bastasse as falsas acusações de crime (sobretudo violência doméstica e sexual) contra os homens, é igualmente atroz o que está acontecendo nas Varas de Família do país, onde a alienação parental tem sido instrumentalizado por mulheres perversas para se vigarem dos ex-maridos, afastando-os da convivência dos filhos.
É preciso reavaliar nossa magistratura desde sua formação até a chegada nos tribunais. O nosso Judiciário está contaminado pela psicopatia ideológica que faz “justiça” perseguindo os homens sem se preocuparem com as consequências. A indignação coletiva dos homens está escalando e se fortalecendo a ponto de explodir em uma reação brutal e virulenta contra todas as mulheres, atingindo até aquelas que de fato nada tem a ver com este imbróglio militante chamado “empoderamento feminino”, de tal forma que o abandono, o desprezo e o fim dos casamentos poderá ser a saída para a preservação do futuro dos homens e fim da estabilidade e saúde familiar.



