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Hora de varrer o Senado maranhense, O Maranhão não é pobre por acaso.

É mal representado por escolha política repetida.
Weverton Rocha e Eliziane Gama simbolizam tudo aquilo que mantém o estado preso ao atraso: mandatos longos, discurso bonito e resultado zero. Dois senadores que passaram por Brasília sem deixar marca relevante, sem impor respeito ao Maranhão e, pior, sem criar constrangimento algum ao poder central quando o estado foi ignorado.
No Senado, o Maranhão não precisa de figurantes, nem de políticos treinados para agradar plateias ideológicas ou lideranças partidárias nacionais. Precisa de senadores que defendam o estado, mesmo quando isso incomoda Brasília. E isso, definitivamente, não aconteceu.

Weverton Rocha virou especialista em sobreviver politicamente. Eliziane Gama se especializou em narrativas seletivas. Mas quando o assunto é desenvolvimento, infraestrutura, força federativa e protagonismo regional, o Maranhão continuou no fim da fila.
Chega.

A permanência desses nomes não é estabilidade — é acomodação. É manter o Maranhão refém de um Senado fraco, domesticado e previsível. É aceitar que o estado continue sendo lembrado apenas em estatísticas negativas, enquanto seus representantes colecionam cargos e discursos vazios.
A alternativa é clara e incômoda para o sistema.

Roberto Rocha e Lahesio Bonfim representam a ruptura que o Maranhão evita há décadas. Roberto Rocha conhece os bastidores do poder e não atua como subalterno político. Lahesio Bonfim não fala a língua da elite política — fala a língua do povo que está cansado de promessas recicladas e alianças de conveniência.

Um sabe articular. O outro sabe confrontar.
Ambos sabem que o Maranhão só ganha espaço quando deixa de pedir permissão.
O Nordeste não precisa de mais senadores obedientes. Precisa de representantes que disputem poder, orçamento e decisões estratégicas. E o Maranhão, se quiser liderar e não apenas sobreviver, precisa trocar seus senadores como quem troca um freio quebrado: por necessidade, não por gosto.

Isso não é radicalismo.
É pragmatismo político.
Manter Weverton Rocha e Eliziane Gama é insistir no erro.

Eleger Roberto Rocha e Lahesio Bonfim é assumir o risco da mudança — e toda transformação real exige coragem.

O Maranhão já perdeu tempo demais sendo paciente com quem nunca foi eficiente.

Da redação do PR7News

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