JustiçaPolítica

Moraes e To!oli pressionam para que quebra de sigilo da Maridt não seja votada na CPI do Crime Organizado

Sob intensa pressão, a CPI do Crime Organizado no Senado vota logo mais às 9h, em sessão aberta, o pedido de quebra do sigilo fiscal da Maridt, empresa que pertence a Dias Toffoli e dois de seus irmãos, o padre José Carlos e o engenheiro José Eugênio.

A pressão para que o requerimento
apresentado no dia 14 pelo senador
Alessandro Vieira seja retirado de pauta
tem origem no STF. Mais
especificamente nos gabinetes de
Alexandre de Moraes e, claro, Dias
Toffoli.
E por que a quebra de sigilo da Maridt é
relevante?
A Maridt vendeu em 2025 sua parte no
hoje célebre resort Tayayá. Possuía um
terço do negócio.

Tinha como sócio o pastor Fabiano Zettel, cunhado e exfaz-
tudo de Daniel Vorcaro.
Há uma série de dúvidas que
investigações sobre a Maridt podem
esclarecer.
A empresa dos Toffoli prestava serviços
de consultoria? Tinha contratos de
prestação de serviços com direito a
pagamentos mensais por parte de
escritórios de advocacia? Há suspeitas
de que a resposta é sim para os dois
casos. A quem exatamente a Maridt
transferia diretamente o dinheiro que
recebia por esses trabalhos pode ser,
enfim, ser revelado.

O Globo

 

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo