Prisão de Maduro aflora as vexatórias sandices da militância bovina bolchevique brasileira
A esquerda no Brasil não aceita os aplausos do povo venezuelano em apoio à prisão do ditador Maduro, condena a operação americana e segue vociferando a própria hipocrisia em nome de sua vocação para o fracasso ideológico e social.

Na manhã do dia 3 de janeiro (primeiro sábado de 2026) todos fomos impactados com a notícia da prisão do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, pelas forças militares americanas. A ação foi o resultado de meses de planejamento e estudos detalhados em estratégias para que o ditador venezuelano fosse capturado e levado com vida para os EUA. Segundo informações veiculadas pela CNN, o serviço de inteligência dos americana infiltrou na Venezuela até mesmo uma equipe de monitoramento das movimentações, hábitos e localização de Nicolás Maduro para prevenir seus passos para uma possível fuga do país.
A despeito de todas as análises e justificativas conclusivas de todos os lados, o mais importante é sem dúvidas as efusivas manifestações do povo venezuelano. A prisão de Maduro foi um alento para todos os defensores da democracia e do estado de justiça do mundo compadecidos com a cruel realidade vivida pelo povo venezuelano, cansados de comer lixo para sobreviver em meio ao caos instituído pelas forças bolivarianas do chavismo assassino. Um povo martirizado todos os dias que finalmente conseguiu desabafar em gritos o som da libertação dos grilhões do totalitarismo e da barbárie institucionalizada pelo poder governamental de um facínora herdeiro do fascismo chavista (e que agora está preso).
Porém, as viúvas do “maio de 68” que parasitam as universidades, o jornalismo, as instituições de Poder nacional e a cultura orgânica ergueram-se do fundo do limbo proto-fascista, acossados pela sanha militante “anti-imperialista” de centro acadêmico para vomitarem suas sandices contra a prisão de Maduro. Foi um festival de imbecilidades maçantes e abjetas por natureza, travestidos de defesa de uma tal soberania do país invadido com a finalidade de fuzilar a ação americana. Logicamente que a verdade por trás destes fisiologismos axiomáticos dos laboratórios marxistas só servem para demarcação de espaço político e ganhar aplausos das ferraduras da militância bolchevique brasileira. A verdade é que estes mesmos ícones da Esquerda nacional que hoje condenam a ação militar americana que resultou na prisão de Maduro nunca se preocuparam com “soberania nacional” de qualquer país, pois sempre se acovardaram em expor a real situação fome, miséria, assassinatos e violência civil que martirizava a Venezuela. Políticos que hoje vociferam em favor da prisão de presos políticos pelo “08 de janeiro” (acusando-os de “golpistas”), que celebram a prisão de Bolsonaro e Felipe Martins (num julgamento claramente ilegal e eivado de falhas processuais, segundo renomados juristas brasileiros) e que criticam duramente a operação americana são os mesmos que se calam diante dos escabroso escândalos de corrupção do atual governo Lula, que se escondem diante do escândalo do banco Master, que livram corruptos de serem ouvidos em CPI, que aplaudem a invasão da Rússia na Ucrânia, que condenam ações da Polícia Militar no combate aos traficantes nas comunidades pobres do país, e que defendem um regime socialista que só trouxe miséria e morte por onde passou.
Não é surpresa pra ninguém tal postura moralmente indigente e abjeta da Esquerda nacional. O verdadeiro medo dessa horda de asseclas do esquerdismo nacional é que o precedente aberto com esta ação americana em território venezuelano possibilite que algo igual ou similar aconteça aqui no Brasil, já que o presidente Lula manifestou publicamente, várias vezes e até hoje, seu apoio a ditadores e simpatia a ditaduras, além de ter diálogos “cabulosos” com o narcotráfico na américa latina.
A história sempre nos mostra as consequências dos usurpadores da democracia, pois o poder soberano do povo sempre prevalece. Aqui no Brasil já pagamos um preço muito alto pela nossa instabilidade institucional, pela insegurança jurídica e o desprezo de nossa Suprema Corte pelas normas constitucionais, mas acredito que não precisamos de intervenção internacional para isso. Precisamos apenas da força do povo para restaurarmos nossa soberania e o respeito a ordem democrática. É este espírito de indignação às anomalias democráticas e institucionais que devemos cultivar em nós para fazermos o bom combate e resgatar a harmonia entre os Poderes e a ordem institucional no Brasil.
Toda nossa solidariedade ao bravo povo venezuelano, e que a prisão de Nicolás Maduro seja o início de um novo capítulo de prosperidade, liberdade e democracia no país, fortalecidos pela esperança por dias melhores para todos.



