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Dólar cai a R$ 4,89, e Bolsa sobe com petróleo e balanços de empresas

O dólar fechou o último pregão da semana cotado a R$ 4,894, o menor valor desde janeiro de 2024, enquanto a bolsa de valores subiu ao redor de 184 mil pontos após recuar na sessão de ontem.

No exterior, o petróleo oscilou ao redor de US$ 100, apesar de novas trocas de ameaças entre Estados Unidos e Irã. No Brasil, mercados analisam balanços da Embraer, da B3 e do Magazine Luiza.

Dólar cai abaixo de R$ 4,90. Em queda desde a abertura, a moeda americana fechou o dia negociada no comercial para a venda a R$ 4,894, variação negativa de 0,59% ante o fechamento de ontem. A última vez que o dólar fechou uma sessão abaixo de R$ 4,90 foi em 15 de janeiro de 2024. Nesta semana, a cotação caiu de R$ 4,95.

Ibovespa tem pregão de recuperação. O principal índice de ações da B3 subia 0,53%, marcando 184.196 pontos, faltando 20 minutos para o fim da sessão. O desempenho é apoiado nas ações da Vale, que têm maior peso no Ibovespa, e nos papéis da Localiza, que reportou lucro líquido de R$ 1,22 bilhão no primeiro trimestre deste ano, alta de 45% na comparação anual.

Ontem, o indicador caiu 2,38%. O Ibovespa cedeu para 183.218 pontos, pressionado pelos desempenhos negativos das ações do Bradesco após a divulgação de balanço, e da Petrobras, afetada pela queda do preço do petróleo, segundo analistas.

Petróleo oscila ao redor de US$ 100. O contrato futuro do barril Brent com entrega em julho subiu 1,23%, para US$ 101,29. Negociado nos EUA, o petróleo WTI para junho fechou em alta de 0,64%, a US$ 95,42 o barril.

Dados do mercado de trabalho dos EUA repercutem no setor financeiro. A criação de empregos nos Estados Unidos aumentou 115 mil, mais do que o esperado em abril, com a taxa de desemprego estável, em 4,3%, segundo divulgado hoje pelo governo americano. Os dados são usados pelos agentes econômicos para ajustar apostas na política de juros do Fed (Federal Reserve), Banco Central americano. No último encontro, o órgão manteve as taxas.

 

UOL

 

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