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Pesquisas sobre mulheres como vice ligam alerta na campanha de Flávio

Pesquisas internas apontam que mulheres como vice agregam poucos votos a Flávio Bolsonaro na disputa ao Palácio do Planalto

Pesquisas internas encomendadas pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto indicam que a escolha de uma mulher como vice teria impacto eleitoral reduzido para o senador.

Os levantamentos testaram nomes de homens e mulheres como possíveis companheiros de chapa de Flávio e mediram o potencial de cada um deles para ampliar as intenções de voto do parlamentar.

De acordo com integrantes da campanha, a maioria das mulheres avaliadas apresentou ganho eleitoral pequeno para o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Entre os homens, o efeito também foi considerado limitado. Aliados dizem que até mesmo o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo) agregou apenas um ponto percentual nas intenções de voto.

“Quem for escolhido vai ganhar a vice de presente, porque quem vai garantir a vitória é o próprio Flávio”, afirmou à coluna sob reserva um influente integrante da campanha do primogênito de Jair Bolsonaro.

Pesquisas levam Flávio a adiar definição de vice

Os resultados dessas pesquisas, segundo interlocutores de Flávio, explicam o adiamento da definição do vice pelo senador. Nesse cenário, a tendência é de que Flávio deixe a escolha para julho.

Apesar do impacto limitado, aliados dizem que Flávio segue preferindo uma mulher na vice. A avaliação é de que isso poderia ajudar a reduzir a resistência do eleitorado feminino ao bolsonarismo.

 

 

Metrópoles

 

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