
A ação ocorreu principalmente no Maranhão e também no Ceará, com a participação da Polícia Federal e órgãos do governo ligados ao INSS.
Foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão em casas e escritórios dos suspeitos. A Justiça autorizou medidas como quebra de sigilo bancário, fiscal e de comunicações, além do bloqueio de bens.
A operação ocorre nas cidades de São Mateus do Maranhão (MA), São Bernardo (MA), Fortaleza (CE), Eusébio (CE) e Baturité (CE).
A investigação começou em 2023 e descobriu um esquema envolvendo escritórios de advocacia que produziam documentos falsos usando dados de propriedades rurais reais. Com esses documentos, conseguiam obter benefícios do INSS de forma irregular, como aposentadoria, salário-maternidade e pensão por morte.
Até agora, o prejuízo identificado é de cerca de R$ 670 mil, podendo chegar a R$ 4,1 milhões com a suspensão dos benefícios suspeitos.
Se as fraudes forem comprovadas, os envolvidos podem responder por estelionato contra o INSS, associação criminosa e falsificação de documentos.
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