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O bombardeio no Irã é um alento para o povo iraniano, mas que revela o pior do hipócrita ideário bolchevique

A Esquerda militante ataca a operação das forças militares americanas e israelenses com os mesmos chavões que usaram quando da prisão de Maduro, em detrimento a ditadura vivida pelos cidadãos destes países

Os EUA bombardearam o Irã neste sábado (28 de fevereiro) numa ação militar de contenção do terror impetrado pela ditadura do aiatolá Ali Khamenei contra o povo iraniano, que durava meses. O país vivia momentos de tensão até seu estopim em dezembro de 2025, quando uma onda de protestos foi desencadeada em reação à crise econômica sem precedentes, fruto de medidas governamentais irresponsáveis, que sufocaram a população. O regime teocrático de Khamenei foi brutalmente reativo contra as manifestações populares no país, provocando um colapso civil e mortes que, segundo organismos internacionais de direitos humanos e imprensa em geral, chega ao número macabro de mais de 30 mil mortos.

A conta de tudo isso chega com a intervenção das forças militares americanas e israelenses, cujo ataque resultou na morte de vários chefes militares iranianos e do próprio Ali Khamenei. Mas, como de praxe, mundo presenciou a sofrência lacrimosa da Esquerda mundial e seus satélites da militância organizada infiltrados na imprensa, Ong’s, personalidades artísticas, acadêmicos e, pra variar, de personagens da política mundial compadecidos com a virulência de Trump e Netanyahu. Aqui no Brasil podemos testemunhar a atuação melindrosa dessa galera, uma vez que organicamente já poluíram a opinião pública com os enfadonhos clichês bobocas de sempre assim que as notícias do ataque americano ao Irã foi sendo divulgada, acusando o governo americano de não respeitar a “soberania” do Irã e esconder os reais motivos imperialistas por trás do bombardeio. Ou seja, a mesma verborragia cuspida quando da captura do ditador Nicolás Maduro.

Essa claque de vigaristas que ainda parasitam o jornalismo brasileiro, e a cultura nacional, reafirma sua indigência moral e cognitiva quando quer de todas as maneiras imputar um factoide para chamar de seu, criando mais uma narrativa falsa para atacar Trump, pedir a destruição do estado de Israel e domesticar a opinião pública. Mas a verdade sempre triunfa, e é isto que destrói qualquer chicana retórica que emerge das mentalidades da boca-do-lixo bolchevique brasileira.

Essa curriola mendicante despreza o apoio massivo da população iraniana que comemorou nas ruas do país (e também nas ruas de vários países ao redor do mundo). Os iranianos são único o polo passivo nesta história toda, pois são as vítimas diretas das ações sanguinárias do regime teocrático que punia com a morte todo aquele que criticasse o aiatolá; que usava o estupro de mulheres e assassinato de civis como instrumento de controle social e religioso; que tratava homossexuais como criaturas “indignas de Alá” e os enforcava em guindastes em praça pública como punição (com o silêncio cínico de grupos LGBTQI+); que trata mulheres como animais na base de chicotadas públicas e surras domésticas; um regime que forçava mães iranianas a oferecer seus bebês como soldados mártires da tal “luta santa” contra os inimigos de Alá; onde o ditador Khamenei mandava violentar sexualmente meninas na prisão antes da execução porque sua lei proibia executar virgens (com o silêncio covarde das feministas do mundo) e tantas outras atrocidades peremptoriamente ignorados por aqueles que sobrevivem dialeticamente do martírio alheio para fazer proselitismo ideológico sórdido, digno de uma natureza ardilosa e perversa.

O choro estampado nas faces do povo iraniano revela um sentimento reprimido por anos. É a voz do silêncio que massacrava a própria consciência por necessidade de sobrevivência. São lágrimas de um povo sofrido pela jihad que ultrapassou fronteiras e chicoteia alguns países europeus – que insistem no discurso amoral de “acolhimento de refugiados”, sob o discurso hipócrita do multiculturalismo. Esperamos que agora o país possa ter força e serenidade para saber o que fazer para se reorganizar em todos os seus aspectos, sobretudo o político, e que seja um novo capítulo de dias melhores para o povo iraniano.

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