Perito confirma que o filme Dark Horse não usou dinheiro público para sua execução
Avaliação técnica feito por perito atesta que não houve uso e nem desvio de dinheiro público para filme sobre Jair Bolsonaro

Um novo capítulo da novela sobre o filme “Dark Horse” (filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro) tem pipocado nos noticiários nacionais. Uma perícia contratada pela produtora GoUp, responsável pelo longa-metragem, não fez uso de dinheiro público e nem desvio de dinheiro de um contrato firmado com a prefeitura de São Paulo sobre conexão de WiFi para o filme para sua execução, contando apenas com investimentos privados. Anisio Castelo Branco, perito responsável, afirmou que analisou apenas os recursos gastos pela GoUp, já que não tinha autorização para auditar o fundo Havengate.
A conclusão é fundamental para naufragar a narrativa ventilada pelos adversários de Bolsonaro que insistiam que o filme era fruto de corrupção para benefício do clã bolsonarista. Tais acusações surgiram após a divulgação de uma conversa por mensagem de áudio entre Flávio e Vorcaro (dono do Banco Master) a respeito do patrocínio para o filme. Os áudios foram bastante viralizados para minar a imagem política do candidato Flávio Bolsonaro e de toda a Direita.
O laudo diz que “A perícia conclui que os recursos destinados à produção do filme ‘The Dark Horse’ possuem origem privada comprovada, foram movimentados por meios formais, rastreáveis e documentalmente identificáveis, não tendo sido constatada vinculação com recursos públicos, incentivos ficais ou a Lei Rouanet”.
Isso ilustra que as narrativas/factóides continuam servindo de principal ferramenta política de ataque eleitoral, sem o menor pudor em verificar se algo lançado é verossímil ou não. Por isso a importância de fazer a devida apuração de informações antes de sair afirmando que tal produção foi financiada com dinheiro público, querendo fazer crer se tratar de corrupção. É preciso buscar sempre a verdade dos fatos, deixando de lado as paixões ideológicas que trabalham por “verdades” forjadas ao gosto do freguês.



