Política

Romeu Zema se fortalece como símbolo de um novo país para 2027

o ex-governador de Minas Gerais desponta como grande expoente da Direita brasileira ao apresentar postura firme diante dos descalabros judiciais do STF, aumentando a aflição da Esquerda nacional.

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à presidência da república Romeu Zema vem construindo uma imagem nacional austera de nova referência política. O empresário mineiro é sócio-proprietário do Grupo Zema (empresa que atua em diversas frentes de negócio como Zema Eletro, Zema Financeira, Auto Zema, Moto Zema, Zema Moda e Consórcio Zema) e gestor de sucesso que adotou a postura de gestão empresarial na política. É um grande entusiasta das pautas liberais, em especial na economia, e um dos mais proeminentes críticos dos privilégios na máquina pública que engessam o desenvolvimento do Estado.

Com olhar apurado de empreendedor sempre atento às minúcias da dinâmica política brasileira, Zema ganhou forte popularidade nacional nos últimos meses, sobretudo entre o público mais jovem, por conta de suas opiniões liberais e postura firme em defesa do império das Leis, da ordem e da livre iniciativa. O presidenciável mineiro se configura num tipo de “Bolsonaro lapidado à mineira”, com características bem singulares: apelo patriótico sem histrionismos, discurso forte e equilibrado, sem destemperos retóricos e de pulso firme. Sem dúvidas são predicados que agradam aquela parcela da população do voto de opinião (mais consciente) e principalmente do mercado. Por isso não é surpresa que venha sendo alvo dos mais abjetos ataques dos lulistas e da Esquerda em geral.

Um exemplo claro é que recentemente protagonizou um dos mais memoráveis enquadros contra o STF e contra o ministro Gilmar Mendes nos últimos anos. Zema publicou um vídeo dividido em 5 episódios (chamado de “Os Intocáveis”) onde conteúdo é uma sátira com críticas ácidas a ministros do STF. O vídeo ganhou imensa repercussão nas redes sociais, mas o ministro Gilmar Mendes não gostou de ser satirizado e, por causa disso, pediu a inclusão de Zema no inquérito das fake News (ou seja, um exemplo de “Intocável” para ser criticado numa sátira).

Porém, o ministro Gilmar Mendes despertou sua face mais repugnante e respondeu ao vídeo com chiliques típicos da “boca do lixo”, num tom claramente ofensivo, sugerindo o ex-governador de mineiro fosse homossexual durante uma entrevista ao portal Metrópoles. Zema o acusou de equiparar orientação sexual a crime e entrou com uma representação da PGR. A repercussão foi tão ruim que o próprio ministro usou as redes sociais na sexta-feira (24) para se desculpar pelo comentário. A PGR, por sua vez, na figura do procurador Ubiratan Cazetta (chefe de gabinete do procurador-geral da República Paulo Gonet) arquivou o processo por não encontrar elementos mínimos que indiquem violação relevante a direitos, crime ou qualquer necessidade de intervenção do Ministério Público.

Fato é que este imbróglio aumentou a repulsa popular já evidente contra a Suprema Corte brasileira e potencializou a imagem de Romeu Zema como um dos principais players do cenário político nacional. Se os ministros do STF estão empenhados em derrotar o bolsonarismo e a Direita estão escolhendo o caminho errado e, principalmente, tomando suas decisões políticas com o fígado. Enquanto isso, Zema segue ampliando seu nome, crescendo sua candidatura à presidência e fortalecendo o partido NOVO como referencial de nova política para o Brasil.

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