Avião de pequeno porte cai e bate em prédio em Belo Horizonte; 2 morrem
Um avião de pequeno porte com cinco pessoas a bordo caiu e atingiu um prédio em Belo Horizonte, na tarde de hoje, matando duas pessoas, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Nenhum morador do edifício se feriu.

O que aconteceu
A aeronave com capacidade máxima de seis pessoas bateu contra um prédio no bairro Silveira, a cerca de 6 km do aeroporto da Pampulha. O edifício fica em frente a um supermercado na rua Ilacir Pereira Lima, altura do nº 667. Os bombeiros foram acionados às 12h21.
Cinco pessoas estavam no avião no momento da queda, segundo os bombeiros. Até o momento, foram confirmadas as mortes do piloto, identificado como Wellington de Oliveira Pereira, 34, e de um passageiro, Fernando Moreira Souto, 36, filho do prefeito da cidade de Jequitinhonha (MG). Ele estava no banco do copiloto e também morreu no local.
Inicialmente, as autoridades haviam informado que a segunda vítima era o copiloto da aeronave. A informação foi corrigida na tarde de hoje pela Polícia Civil de Minas Gerais.
Três pessoas que estavam na aeronave foram socorridas ao Hospital João XXIII. Duas delas tiveram fraturas expostas e foram resgatadas conscientes e orientadas. Um dos feridos foi tirado dos destroços inconsciente, segundo o tenente do Corpo de Bombeiros Raul Souza. Eles foram identificado como Arthur Schaper Berganholi, 25, o seu pai, Leonardo Berganholi Martins, de 50 anos e Hemerson Cleiton Almeida Souza, 53 ano.
Avião foi filmado colidindo contra prédio de três andares. Os bombeiros isolaram a região e atendem a ocorrência com quatro viaturas.
Avião decolou da Pampulha e tinha como destino São Paulo

Inicialmente, o voo saiu de Teófilo Otoni (MG) com destino a Aeroporto da Pampulha, em BH, onde desembarcaram duas pessoas. Na capital, um outro passageiro embarcou com destino a São Paulo. Segundo a polícia, a aeronave já saiu da Pampulha aparentando problemas e voando baixo.
A aeronave é matriculada no prefixo PT-EYT e não possui autorização para táxi aéreo. O registro da Anac confirma que o avião operava sob regras de aviação privada. A aeronave de 1979 não possuía o certificado específico exigido para realizar o transporte remunerado de passageiros.
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